Vereador Anderson Barbosa tem projeto aprovado que reconhece o Extremoz Negro como patrimônio cultural do município

A Câmara Municipal de Extremoz aprovou o Projeto de Lei nº 220/2025, de autoria do Presidente da Casa, vereador Anderson Barbosa da Silva, que reconhece o “Extremoz Negro” como Patrimônio Cultural e Imaterial do município.

A iniciativa representa um importante avanço na valorização da história, da memória, da ancestralidade e das manifestações culturais que contribuem para a formação da identidade do povo extremozense.

O projeto reconhece a relevância histórica, cultural, social e simbólica do Extremoz Negro, destacando sua contribuição para a construção da identidade coletiva e a preservação dos saberes e tradições locais.

Com a aprovação da proposta, o Poder Executivo poderá promover ações de valorização, preservação e divulgação desse patrimônio, incluindo o registro no Inventário Municipal de Bens Culturais Imateriais.

O texto também prevê o incentivo a pesquisas, publicações, atividades educativas, eventos e iniciativas socioculturais que fortaleçam o reconhecimento da importância do Extremoz Negro para a história do município.

A legislação ainda abre espaço para parcerias com entidades públicas e privadas, organizações culturais, pesquisadores e grupos comunitários, visando ampliar as ações de preservação e difusão da cultura local.

A aprovação do projeto reforça o compromisso com a valorização da história e da cultura negra em Extremoz, reconhecendo sua importância na construção da identidade do município e na preservação da memória das futuras gerações.

"O Estremoz Negro constitui um dos mais importantes símbolos de identidade, ancestralidade e resistência cultural do município de Extremoz. Suas raízes remetem à presença, à força e à contribuição histórica das comunidades negras que ajudaram a formar a cidade, preservando tradições, memórias e expressões que marcaram e continuam marcando a vida sociocultural da população. Reconhecer o Estremoz Negro como Patrimônio Cultural e Imaterial é um ato de valorização histórica e de justiça cultural, preservando um legado que atravessa gerações e que influencia diretamente a formação da sociedade extremozense", enfatizou o vereador autor da lei, professor Anderson Barbosa.