Boletim aponta cinco trechos impróprios para banho nas praias do RN
O novo boletim do Projeto de Balneabilidade das Praias do Rio Grande do Norte, divulgado neste fim de semana, indica que a maioria dos pontos monitorados no estado apresenta condições adequadas para banho e lazer. As análises foram realizadas entre 29 de janeiro e 26 de fevereiro de 2026 e seguem os critérios da Resolução nº 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).
Na Grande Natal, estão classificados como próprios para banho trechos de Ponta Negra, incluindo o Morro do Careca e o acesso principal, que registraram baixos índices de coliformes termotolerantes nas últimas semanas. A Via Costeira, com pontos como Cacimba do Boi e Barreira D’Água, também aparece com classificação própria.
Em Natal, a Praia do Forte e os trechos da Redinha, nos pontos Igreja e Barracas, mantiveram parâmetros dentro dos limites estabelecidos pela legislação ambiental.
Litoral Sul
No Litoral Sul, em Tibau do Sul, a Praia da Pipa, Sibaúma e Barra de Guaraíras estão próprias para banho. Em Canguaretama, Barra de Cunhaú e Punto Massimo apresentaram boas condições nas cinco coletas analisadas.
Em Nísia Floresta, Tabatinga, Búzios, Pirangi do Sul e a Lagoa de Arituba foram consideradas adequadas para atividades recreativas. Em Parnamirim, Pirangi do Norte e a Praia de Cotovelo aparecem como próprias para banho.
Litoral Norte
No Litoral Norte, praias em Extremoz, como Redinha Nova, Genipabu, Graçandu e Pitangui, receberam classificação positiva. Em Ceará-Mirim, Jacumã e Muriú estão liberadas para banho. Em Maxaranguape, Barra e Maracajaú também aparecem com condições adequadas. O mesmo cenário é observado em Touros, além de municípios como Macau, Areia Branca, Grossos e Tibau, que registraram índices considerados adequados.
Pontos impróprios
O boletim aponta cinco trechos impróprios para banho nesta semana: Bacupari e Porto, em Baía Formosa; Rio Pirangi (Ponte Nova) e Rio Pirangi-Pium (Balneário Pium), em Parnamirim; e Areia Preta (Escadaria de Mãe Luíza), em Natal.
No caso de Areia Preta, além dos índices registrados nas análises laboratoriais, a classificação considerou a observação de lançamento contínuo de efluentes não tratados no local.
A avaliação é feita com base na quantidade de coliformes termotolerantes encontrada nas amostras de água. Quando os níveis ultrapassam o limite estabelecido pela Resolução nº 274/2000 do Conama, o trecho é classificado como impróprio, podendo representar risco à saúde.

