90% das alergias alimentares na infância são causadas por oito alimentos
Foto:www.drashirleydecampos.com.br
Uma revisão de estudos publicada na edição de outubro da revista especializada “Current Opinion in Pediatrics” indica que apenas oito alimentos são responsáveis por cerca de 90% dos casos de alergia alimentar: leite de vaca, ovos de galinha, soja, amendoim, nozes, trigo, peixes e mariscos.
A alergia alimentar é definida como uma reação imunológica anormal a proteínas alimentares, que causa reação clínica adversa. E, segundo os autores, “a alergia alimentar tem se tornado um problema de saúde muito grave não apenas para muitas crianças e pais, mas também para toda a comunidade médica”. Além disso, há um aumento dos custos econômicos e sociais relacionados à condição.
O objetivo do estudo foi realizar uma atualização do diagnóstico da alergia alimentar, visto que “um diagnóstico incorreto pode resultar em restrições alimentares desnecessárias, que, se prolongadas, podem afetar adversamente o status nutricional e o crescimento da criança”.
Os especialistas destacam a necessidade de uma atenção especial aos oito alimentos alergênicos e da avaliação da criança com suspeita de alergia alimentar incluindo detalhado histórico médico, exame físico, testes de triagem, e resposta à eliminação na dieta e a testes de provocação oral. Porém, segundo os autores, nenhum dos testes, sozinhos ou em combinação, é definitivo em diagnosticar ou excluir a alergia.
O principal no controle da doença é descobrir indícios do alimento que está causando o problema e simplesmente evitá-lo.
Uma revisão de estudos publicada na edição de outubro da revista especializada “Current Opinion in Pediatrics” indica que apenas oito alimentos são responsáveis por cerca de 90% dos casos de alergia alimentar: leite de vaca, ovos de galinha, soja, amendoim, nozes, trigo, peixes e mariscos.A alergia alimentar é definida como uma reação imunológica anormal a proteínas alimentares, que causa reação clínica adversa. E, segundo os autores, “a alergia alimentar tem se tornado um problema de saúde muito grave não apenas para muitas crianças e pais, mas também para toda a comunidade médica”. Além disso, há um aumento dos custos econômicos e sociais relacionados à condição.
O objetivo do estudo foi realizar uma atualização do diagnóstico da alergia alimentar, visto que “um diagnóstico incorreto pode resultar em restrições alimentares desnecessárias, que, se prolongadas, podem afetar adversamente o status nutricional e o crescimento da criança”.
Os especialistas destacam a necessidade de uma atenção especial aos oito alimentos alergênicos e da avaliação da criança com suspeita de alergia alimentar incluindo detalhado histórico médico, exame físico, testes de triagem, e resposta à eliminação na dieta e a testes de provocação oral. Porém, segundo os autores, nenhum dos testes, sozinhos ou em combinação, é definitivo em diagnosticar ou excluir a alergia.
O principal no controle da doença é descobrir indícios do alimento que está causando o problema e simplesmente evitá-lo.
Fonte: www.boasaude.uol.com.br
