Neste Natal, 66% dos brasileiros não dará o que os filhos desejam por falta de dinheiro


O Natal, depois do Carnaval, é a data comemorativa mais esperada. Mas diante de tantos problemas socioeconômicos, como o brasileiro está lidando com a tradição natalina em 2017?

O portal Trocando Fraldas, que tem se dedicado à realização de pesquisas em torno de saúde e comportamento, publicou o Estudo de Natal: crianças, presentes e tradições no Brasil 2017. Essa pesquisa foi realizada com 10 mil participantes de todo o país, um questionário foi disponibilizado e as respostas foram obtidas entre os dias 24 e 29 de novembro.

O significado do Natal tem se perdido?

O estudo também abordou a questão em torno do significado do Natal entre os brasileiros e o resultado foi:

·         30% dos brasileiros não conhece mais o significado dos três reis magos;
·         Origem do Natal é mais disseminada na região Sul com 76% de conhecimento da tradição e menos na região Norte, com 67%;
·         Nos estados Roraima, Amapá e Alagoas, menos de dois terços da população está ciente da tradição;
·         Natal é a capital mais familiarizada com a tradição natalina com 87%, seguida por São Luís e Brasília com 85%;
·         Em Macapá, Maceió e Porto Velho, menos de 70% das pessoas conhece a tradição e em São Paulo e capital, 75% entende o significado.

Presentes em 2017

A pesquisa também deu enfoque à questão dos presentes de Natal, que movimentam o comércio no final de ano. O estudo mostrou que 3 em cada 4 pais gostariam de realizar o sonho dos filhos, se pudessem. Nos estados Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Alagoas e Tocantins 1 a cada 3 pais não compraria tudo para os filhos, mesmo que pudessem.

Quem vai ganhar presente e quem não?

Os resultados marcantes da pesquisa foram:

·         3 a cada 10 crianças brasileiras ficarão sem presentes de Natal;
·         78% no Sul ganharão presente e apenas 65% no Nordeste;
·         No Rio Grande do Sul, Tocantins e Amazonas nem sequer 3 a cada 5 crianças ganhará presente;
·         Em Palmas, Aracaju, Manaus e Maceió haverá mais crianças sem presentes.

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