Comissão de Saúde visita policlínicas das Zonas Sul e Norte de Natal

 


Dando continuidade às visitas técnicas, a Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Natal realizou, nesta segunda-feira (14), mais inspeções em duas policlínicas da cidade.  A unidade da Zona Sul foi a primeira a receber os integrantes do colegiado, que classificaram como satisfatório o quesito atendimento. Segundo eles, o que mais preocupa é a parte estrutural. 

O contador Paulo Vasconcelos avaliou o desempenho da unidade. "Como usuário, vejo que a área administrativa caminha bem, entretanto, acredito que precisa melhorar no tempo do atendimento. Há pessoas que chegam para serem atendidas às 14h e muitas vezes entram no consultório às 16h. Então é necessário reduzir o período de espera dos pacientes", opinou.

Já na Policlínica da Zona Norte, a comissão identificou alguns problemas que necessitam de mais atenção das autoridades de Saúde do Município. Apesar das deficiências encontradas, os vereadores avaliaram o funcionamento como regular. "Estamos detectando pontos estruturais que exigem cuidados. Porém, o quadro de servidores consegue atender a comunidade", pontuou o vereador  Geovane Peixoto (PTB).

A unidade da Zona Norte registrou aumento significativo na demanda desde o início da pandemia, com cerca de 470 atendimentos por semana. De acordo com a diretora Raquel Costa, a maior dificuldade enfrentada por profissionais e usuários é o funcionamento limitado da farmácia. "Aqui é referência em medicamentos psicotrópicos e a única da região na dispensação destes produtos. Por este motivo, reforçamos a solicitação de reforço para este setor junto à Secretaria Municipal de Saúde".

O presidente da Comissão de Saúde, vereador Preto Aquino (PSD), fez um balanço das visitas eapontou como maior déficit nas unidades a falta de algumas especialidades médicas. "Como positivo, cito a determinação dos servidores, sejam efetivos, terceirizados ou temporários, na prestação dos serviços à população. Um dos pontos negativos é a falta de geriatras e assistentes sociais em ambas as policlínicas. Em resumo, o trabalho caminha bem nos dois estabelecimentos, mas pode melhorar".

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