Operação da PF e Marinha do Brasil apreende mais de 2 toneladas de cocaína

 


A Polícia Federal (PF) finalizou, na tarde desta terça-feira (16), a pesagem da cocaína encontrada em um veleiro interceptado pela Marinha a 270 quilômetros do Recife. De acordo com a corporação, havia 2,216 toneladas da droga na embarcação, onde cinco pessoas foram presas. O barco chegou à capital pernambucana no início da manhã.

De acordo com a Marinha, havia cerca de 70 sacos contendo a droga. Anteriormente, as Forças Armadas estimaram que a carga seria de 1,5 tonelada de cocaína.

No interior da embarcação foram presos cinco tripulantes brasileiros, os quais seguiram conduzidos para a Superintendência da Polícia Federal em Pernambuco, onde ocorreu a formalização da prisão em flagrante.

Visando resguardar a prova do crime, a embarcação que carregava o entorpecente também foi rebocada para Recife/PE pelo navio patrulha da Marinha do Brasil com auxílio de Policiais Federais do Grupo de Pronta Intervenção do Rio Grande do Norte que participaram das ações desde o seu início.

A embarcação atracou no Porto do Recife às 7h05. Os cinco presos, bem como a droga, foram levados à Superintendência da Polícia Federal em Pernambuco, no Cais do Apolo, no Centro do Recife.

A operação de localização e abordagem em alto mar foi desenvolvida pela Polícia Federal em Natal/RN e pela Marinha do Brasil, com o emprego do Navio-Patrulha Oceânico Araguari, que realizaram a interceptação e apreensão da embarcação a cerca de 270 Km da costa de Recife/PE.

No local, eles prestaram depoimento. Até por volta das 14h30, as ouvidas ainda estavam sendo realizadas, segundo a assessoria de comunicação da corporação. O interrogatório ficou sob responsabilidade da delegada da Polícia Federal Adriana Vasconcelos, da Delegacia de Entorpecentes.

A droga deverá ser incinerada pela PF. Depois de serem ouvidos, eles serão encaminhados a audiência de custódia, que será realizada pela Justiça Federal em Pernambuco (JFPE).

Na sessão, um juiz deverá decidir se os homens respondem ao processo em liberdade ou se seguirão para uma unidade prisional.

Com informações do G1

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