Com saída da Hering, ex-vereador defende Pró-Sertão e cobra ações para geração de emprego no RN


Gigante do setor têxtil, a Hering está de saída do Rio Grande do Norte. A indústria já comunicou ao Governo do Estado e a Fiern que está remodelando suas atividades diante da crise econômica que já enfrentava e que foi agravada com a pandemia do coronavírus. Além dos cerca de 150 empregos que ainda restavam na companhia, a decisão afeta também as pequenas indústrias de confecção integrantes do Pró-Sertão, programa com o qual mantinha parceria desde a sua criação.

Diante desta realidade, o ex-vereador de Natal, Aldo Clemente (PDT), cobra ações do poder público para a manutenção dos empregos no Estado. “Não podemos assistir a essa decisão de braços cruzados. É lamentável que o RN esteja perdendo uma empresa desse porte, que já atua há tantos anos na nossa região. Precisamos identificar e resolver as dificuldades que motivaram esta decisão e, ao mesmo tempo, partir em busca de outros investidores para que os empregos não sejam perdidos”, disse.

O Pró-Sertão conta atualmente com aproximadamente 70 pequenas fábricas que produzem para indústrias como Guararapes e Hering, que agora está deixando o projeto. Essa parceria é responsável pela geração de quase 4,5 mil empregos no interior do RN, sem contar os postos de trabalho gerados na capital, direta e indiretamente.

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