Fontes policiais enviaram informações de que a ação contra Bolsonaro não foi um crime comum



Não foi por mera jurisprudência a entrada da Polícia Federal na investigação da facada contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). Fontes policiais de Juiz de Fora enviaram informações de que a ação não foi um crime comum. Foi premeditado e profissional, apesar de Adélio Bispo ter sido preso em flagrante. Ingredientes apimentam a história: a faca pontiaguda foi mirada no lado direito do abdômen, onde estão órgãos vitais. O agressor possui quatro chips de diferentes números para celular, e desfiliou-se há pouco tempo de partido de esquerda – tão criticada por Bolsonaro.

Sigilos
No primeiro depoimento, o agressor Bispo alegou que fez por vontade própria. Mesmo que seja, premeditou bem. A PF vai quebrar seu sigilo bancário e telefônico.

Coluna Esplanada (Opinião e Notícia)

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