Comunidade quilombola Negros Feliciano do Alto é beneficiada com mini fábrica de moda íntima


O projeto para construir uma mini fábrica de moda íntima liderada por Maria de Fátima Gomes, conhecida como Dona Dasa, moradora da comunidade quilombola Negros Feliciano do Alto, em Portalegre, na região do alto oeste potiguar foi beneficiado com R$ 178 mil, do Governo do RN, para construção da mini fábrica de confecções de moda íntima.
“A obra física que comporta sala de produção, estoque, banheiros e loja está pronta. Elas já iniciaram as cotações de preço para compra de equipamentos e ar-condicionados. Logo seremos convidados para o desfile de inauguração”, explica Vagner Araújo, secretário da Sethas e coordenador do Governo Cidadão.
Ana Guedes, gerente executiva do Projeto Governo Cidadão visitou a comunidade e viu como a autoestima das mulheres está elevada. “O trabalho dignifica a pessoa. Elas estão estudando moda, fazendo contatos com lojas, escolhendo os melhores tecidos, os melhores fornecedores para entregar um produto de qualidade com um custo acessível. É um projeto que tem sustentabilidade”, explica.
“Cumprir todas as exigências do Banco Mundial foi um desafio, mas tudo é mais uma questão de organização. Esse aprendizado está sendo importante, afinal estamos virando empresárias. Toda comunidade está envolvida. Vamos organizar um desfile de lançamento e queremos a presença de todos”, fala empolgada Dona Dasa.
SAIBA MAIS SOBRE OS PROJETOS DE INCLUSÃO PRODUTIVA/ECONOMIA SOLIDÁRIA
Atualmente estão em execução 43 projetos de inclusão produtiva ligados à economia solidária em 35 municípios do RN. O investimento do Governo do RN, através da Sethas, Governo Cidadão com recursos do Acordo de Empréstimo com o Banco Mundial totaliza R$ 11 milhões. O valor inclui a contratação de assistência técnica que de modo participativo desenvolverem os proposta de investimento, diagnóstico, plano de negócios e acompanhamento em todas etapas de implantação, incluindo prestação de contas.  Todas as etapas dos investimentos são supervisionadas ainda por servidores do Estado e consultores/especialistas do Banco Mundial

Nenhum comentário